Para aumentar o número máximo de conexões que o MySQL permite, você deve editar o arquivo ‘/etc/my.cnf’. Faça o login no servidor como ‘root’, e digite o seguinte comando:

vi /etc/my.cnf

Deverá have uma parte do arquivo parecido com o exemplo abaixo:

[mysqld]
safe-show-database
innodb_data_file_path=ibdata1:10M:autoextend
datadir=/var/lib/mysql
socket=/var/lib/mysql/mysql.sock

 

Adicione o seguinte variável abaixo de ‘[mysqld]‘:

max_connections=500

 

OBS: O valor 500 é número máximo de conexões a ser alterado, escolha um valor de acordo com sua necessidade.

 

Deverá ficar algo parecido com:

[mysqld]
safe-show-database
innodb_data_file_path=ibdata1:10M:autoextend
datadir=/var/lib/mysql
socket=/var/lib/mysql/mysql.sock
max_connections=500

 

Salve as mudanças e reinicie o banco de dados:

/etc/init.d/mysqld restart

 

Você verá:

Stopping mysql: [ OK ]
Starting mysql: [ OK ]

 

 

Ao contratar o Velox, recebi o modem ZTE ZXDSL 831 II mas não conseguia rotear pois não tinha o login e a senha do modem e o serviço do Velox nem se quer sabia informá-lo.

 

Endereço IP: 192.168.254.254
Usuário: TMAR#ZTV5.5.0a
Senha: ZTV5.5.0a

 

Caso o IP citado acima não funcione tente também ’192.168.1.1′ ou use o comando ‘ipconfig’ no prompt de comando que será listado o IP.

Quando começamos a utilizar servidores Linux Dedicado ou VPS e queremos saber do uso do processador nos deparamos com o Load Average, representado apenas por um número com duas casas decimais:

 

Mas afinal, o que significa isso?

Dos três valores acima o primeiro significa a média de load no periodo de 1 minuto, o segundo é a média de load no periodo de 5 minutos e o terceiro a média de load no periodo de 15 minutos.

Quanto maior for esse valor significa que mais processos estão na fila de espera. Em um processador single (único) considera-se o Load Average de 1.0 alto e alguma medida deve ser tomada antes que comece a ter problemas com lentidão ou até mesmo queda. Tomando como base um servidor single-core podemos imaginar uma fila de processos como uma fila de carros, por exemplo:

Imagina como um Load Average de 0.50.

Imagine como um load de 1.0.

Imagine como um Load Average de 1.50.

 

Em processadores com mais de um núcleo o Load Average de 1.0 não significa que está em sua capacidade máxima, o valor é proporcional ao número de processadores disponíveis. Em um processador single-core o Load Average de 1.0 é considerado 100% de uso, já em um dual-core consideramos 100% de uso como Load Average de 2.0, em um Quad-Core 100% de uso equivale a um Load Average de 4.0 e assim por diante.

O que é Google Panda?

O Google Panda é uma atualização no algoritmo do Google, foi criado no inicio do ano de 2011 com o intuito de melhorar as buscas no Google. Lançado no inicio em outros países para testes, só chegou no Brasil em Agosto e está tirando o sono de muitos Webmasters. Há quem diz ser punido injustamente pelo Panda que está em constantes atualizações mas há quem também está se beneficiando e muito com o novo algoritmo, por isso não devemos considerar o Panda como o Terror dos Webmasters e sim como estímulo a criação de conteúdo atrativo e principalmente original.

Aqueles que tem maior parte do seu tráfego vindo de buscadores poderão sentir na pele o que é ser punido pelo Google Panda. Meu fórum tem quase 90% do tráfego vindo de buscadores, maior parte pelo Google, uma punição seria absolutamente destrutiva e aconteceu:

 


 

Mais um mês como um outro qualquer, com algumas variações no tráfego que sempre foi comum, até chegar o dia 23/09/2011. A média de tráfego caiu de 4500 para 900, queda em torno dos 80%. Até então eu nem tinha conhecimento do que era o Google Panda e do motivo de tal punição, só a partir disso que fui tomar conhecimento. Descobri que meu fórum havia sido punido por causa de SPAM e conteúdo duplicado, meu fórum foi vítima de BOTS que postavam conteúdo duplicado e completamente em inglês e por negligência minha foi uma ação que durou meses e não foi combatida até a chegada do Google Panda. Feita o combate contra os bots e a remoção dos tópicos meu fórum voltou ao normal em 1 semana.

A partir do acontecimento acima tirei a conclusão de que um dos principais motivos da vinda do Google Panda foi para punir Webmasters que se beneficiavam com SPAM, conteúdo duplicado e não original.

O que a maioria dos blogs de SEO e Webmasters mais experientes dizem e eu concordo é que o desespero nesse momento é o estopim para piorar de vez a situação, o recomendado é que se tome as medidas com calma e dar tempo ao tempo pois o Google não irá remover a punição de um dia para o outro, a partir das mudanças feitas 1 semana é o prazo médio.

 

Quais Websites serão punidos pelo Google Panda?

  • Conteúdo duplicado – Websites com conteúdo duplicado, ou seja, sites com duas ou mais páginas com o mesmo conteúdo serão certamente punidos pelo Google Panda.
  • Conteúdo copiado – Evite copiar artigos de outros Websites, além de não ser uma coisa legal você não terá sua página listada no topo das pesquisas, o mínimo a fazer é colocar os devidos créditos.
  • Poluição de Propagandas – Uma das novidades do novo algoritmo é que ele também pune aqueles que tem em mente “Propaganda Acima de Tudo”.
  • Falsos Backlinks – Técnicas Blackhat SEO como comprar backlinks ou criar páginas falsas que apontam para seu site é um grande risco.
  • Páginas Pesadas – Páginas que demoram para carregar causados, por exemplo, pelo uso abusivo de imagens e entre outras coisas que possam levar a demora no carregamento da página também é considerado como infração para o Google Panda.

 

Resumindo:

Em poucas palavras seu site dificilmente será punido se mantiver os visitantes atraídos pelo conteúdo, fazer daquilo realmente o que eles procuravam. O Google sempre aclamou por qualidade nos artigos por parte dos Webmasters, essa é uma das regras que nunca serão alteradas em qualquer mudança nos algoritmos, o que o Google tenta fazer com essas mudanças é filtrar aqueles que não cumprem com o que foi dito.

 

O CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) é um número único composto por quatorze algarismos que identifica uma pessoa jurídica junto à Receita Federal brasileira (órgão do Ministério da Fazenda), necessário para que a pessoa jurídica tenha capacidade de fazer contratos e processar ou ser processada.

O CNPJ é validado da mesma forma que o CPF, tendo a única diferença nos vetores padrões. São os dois últimos dígitos que validam todos os 12 algarismos anteriores.

Para o algoritmo abaixo usaremos como exemplo o seguinte CNPJ: 44.038.188/0001-32.

 

Algoritmo para Geração de CNPJ:

 

  • Cálculo do primeiro dígito verificador:

Tomamos um vetor  a E R^12 cujos componentes são os 12 primeiros dígitos que compõem o número do CNPJ. Para o CNPJ que será utilizado neste exemplo (44.038.188/0001-32) teremos o seguinte vetor:

 a = (4, 4, 0, 3, 8, 1, 8, 8, 0, 0, 0, 1)

Determinamos o produto escalar desse vetor com o vetor padrão:

 b = (5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2)

OBS: O vetor padrão, como o próprio nome diz, será sempre o mesmo quando for calculado o digito verificador.

 a.b = a = (4, 4, 0, 3, 8, 1, 8, 8, 0, 0, 0, 1) . b = (5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2) = 20 + 16 + 0 + 6 + 72 + 8 + 56 + 48 + 0 + 0 + 0 + 2 = 228

Agora tomamos o resto da divisão do produto escalar por 11, ou seja, 228 dividido por 11 teremos resto inteiro igual à 8. O primeiro dígito verificador é dado pela subtração  11 - resto e teremos como resultado o número 3.

 

  • Cálculo do segundo dígito verificador:

Tomamos um vetor  c E R^13 cujos componentes são os 12 primeiros dígitos que compõem o número do CNPJ mais o primeiro dígito verificador 3, calculado anteriormente:

 c = (4, 4, 0, 3, 8, 1, 8, 8, 0, 0, 0, 1, 3)

Determinamos o produto escalar desse vetor com o vetor padrão:

 d = (6, 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2)

OBS: No segundo vetor padrão deve-se adicionar o número 6 no primeiro componente do vetor.

 c.d = (4, 4, 0, 3, 8, 1, 8, 8, 0, 0, 0, 1, 3) . (6, 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2) = 24 + 20 + 0 + 9 + 16 + 9 + 64 + 56 + 0 + 0 + 0 + 3 + 6 = 207

Agora tomamos o resto da divisão do produto escalar por 11, ou seja, 207 dividido por 11 teremos resto inteiro igual à 9. O segundo dígito verificador é dado pela subtração  11 - resto e teremos como resultado o número 2.

Completando nosso CNPJ 44.038.188/0001-xx com os dois dígitos verificadores calculados teremos 44.038.188/0001-32.

No Brasil, cada pessoa física possui um único e definitivo número de inscrição no CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), que o identifica perante a secretaria da Receita Federal. Tal número de inscrição é constituído de 9 dígitos, agrupados de 3 em 3. Por exemplo, 313.402.809-30.

O CPF é validado através dos dígitos verificadores, são eles os 2 últimos os digitos do CPF, ou seja, a partir dos 2 últimos digitos do CPF se sabe se os 9 algarismos anteriores são válidos.

 

Algoritmo para Geração de CPF:

 

  • Cálculo do primeiro dígito verificador:

Tomamos um vetor  a E R^9 cujos componentes são os dígitos que compõem o número do CPF na ordem dada. Para o CPF citado como exemplo no inicio deste artigo, 313.402.809-30, temos o vetor:

 a = (3, 1, 3, 4, 0, 2, 8, 0, 9)

Determinamos o produto escalar desse vetor com o vetor (padrão)

 b = (10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2)

isto é,

 a . b = (3, 1, 3, 4, 0, 2, 8, 0, 9) . (10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2) = 30 + 9 + 24 + 28 + 0 + 10 + 32 + 0 + 18 = 151

A seguir tomamos o resto da divisão inteira desse produto escalar por 11. Se o resto desta divisão inteira é 0 ou 1, então o primeiro dígito verificador é 0. Caso o contrário (resto entre 2 e 10), o primeiro dígito verificador é dado por 11 – resto.

Para o exemplo em questão, a divisão inteira de 151 por 11 resulta em quociente 13 e resto 8. Sendo assim, o primeiro dígito verificador é  11 - 8 = 3 .

 

  • Cálculo do segundo dígito verificador:

Tomamos um vetor  c E R^10 cujos nove primeiro componentes são os dígitos que compõem o número do CPF na ordem dada, e o último componente é o primeiro dígito verificador encontrado. Para o exemplo em questão temos:

 c = (3, 1, 3, 4, 0, 2, 8, 0, 9, 3)

Determinamos o produto escalar desse vetor com o vetor (padrão)

 d = (11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2) ,

isto é,

 c . d = (3, 1, 3, 4, 0, 2, 8, 0, 9, 3) . (11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2) = 33 + 10 + 27 + 32 + 0 + 12 + 40 + 0 + 27 + 6 = 187

A seguir tomamos o resto da divisão inteira desse produto escalar por 11. Se o resto desta divisão inteira é 0 ou 1, então o segundo dígito verificador é 0. Caso o contrário (resto entre 2 e 10), o segundo dígito verificador é dado por 11 – resto.

Para o exemplo em questão, a divisão inteira de 187 por 11 resulta em quociente 17 e resto 0. Sendo assim, o segundo dígito verificador é 0.

 

Bibliografia: Geometria Analítica – Fabiano José dos Santos e Silvimar Fábio Ferreira.